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Combate ao ‘Aedes Aegypti’: Vigilância deve ser permanente

Foto: Reprodução

Todos os anos os gráficos que mostram os casos relacionados ao aedes aegypti têm altos e baixos. E todas as vezes que os índices caem a população também baixa a guarda, claro que o resultado é péssimo.

Aqui em casa, por exemplo,  nós tomamos muito cuidado com possíveis criadouros. Mesmo assim a vizinhança parece relapsa. Alguns anos atrás, inclusive, uma vizinha veio a óbito em decorrência de uma dengue hemorrágica.

Por isso é tão importante não baixar a guarda e mais que isso, sermos fiscais na nossa vizinhança e alerta-los também. O Ministério da Saúde disponibiliza uma cartilha com informações imprescindíveis sobre a prevenção e proteção contra as doenças que o mosquito pode transmitir.

Baixe a cartilha do Ministério da Saúde

Aliás, desde o dia 1o de fevereiro, o governo federal passou a autorizar a entrada forçada dos agentes de saúde em imóveis públicos e privados, através de medida provisória. A nova medida pode ser adotada em caso de situações de abandono e ausência do proprietário após duas visitas dentro do prazo de dez dias. Nesses casos os agente podem até contar com o auxílio de policiais.

Vivendo esse momento de tanta especulação, não custa nada reservar um pouquinho de tempo para averiguar nossas casas, alertar a vizinhança e denunciar possíveis focos às autoridades quando necessário. O próprio Ministério disponibiliza um check list que você pode baixar para auxiliar na limpeza da sua casa.

Baixe o Check List

De acordo com o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) do Ministério da Saúde, os tipos de criadouro variam de região para região. No Nordeste, por exemplo, o principal tipo são tonéis e caixas d’água. No Sudeste e Centro-Oeste, vasos de plantas e garrafas e no Norte e no Sul predominam os criadouros no lixo.

O Aedes

Originário do Egito, o aedes aegypti se espalhou pelo mundo através da África. Muito provavelmente tenham chegado ao Brasil nos navios que transportavam os negros que foram escravizados.

O mosquito chegou a ser erradicado na década de 1950 mas acabou reintroduzido ao País na década seguinte se espalhando por todo o território nacional e se tornando urbano. No início do século XX, o inseto foi responsável pela transmissão da febre amarela urbana, depois veio a dengue e agora tem a febre chikungunya e o zika vírus (que tem sido associado aos casos de microcefalia).

A infecção ocorre através da fêmea. Uma vez infectado transmite o vírus a cada nova picada.

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